Lista de espera | #1 Jesus Cristo bebia cerveja, de Afonso Cruz

A minha mesa de cabeceira tem um monte de livros em lista de espera para serem lidos. Este, apesar de ter sido o último a lá chegar, assumiu de imediato uma posição de destaque pela curiosidade que tinha há muito em ler alguma coisa deste autor.

Jesus Cristo Bebia CervejaImagem

Prémios Time Out Lisboa 2012 – Livro do Ano
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 248
Editor: Alfaguara Portugal
ISBN: 9789896721336
Sinopse
Uma pequena aldeia alentejana transforma-se em Jerusalém graças ao amor de uma rapariga pela sua avó, cujo maior desejo é visitar a Terra Santa. Um professor paralelo a si mesmo, uma inglesa que dorme dentro de uma baleia, uma rapariga que lê westerns e crê que a sua mãe foi substituída pela própria Virgem Maria, são algumas das personagens que compõem uma história comovente e irónica sobre a capacidade de transformação do ser humano e sobre as coisas fundamentais da vida: o amor, o sacrifício, e a cerveja.

Na minha mesa de cabeceira | O Unicórnio Alado

Na minha mesa de cabeceira | O Unicórnio Alado

(Para ver a publicação original, siga o link acima)

«As Filhas do Graal», de Elizabeth Chadwick

Sinopse:

França, século XIII: Bridget cresceu aprendendo a controlar os dons místicos da sua antepassada Maria Madalena, cuja ininterrupta linhagem feminina manteve vivo um legado de sabedoria durante milénios. Mas agora, a todo-poderosa Igreja Católica jurou destruir Bridget por usar os seus talentos curativos e as suas habilidades naturais. O dever de Bridget de continuar a linhagem leva-a até aos braços de Raoul de Montvallant, um católico. E quando a intolerância selvagem da Igreja leva Raoul a rebelar-se, a intolerância cresce para uma ânsia de vingança que só poderá ser saciada com uma cruzada de sangue.

Nota acerca da leitura: o livro é bom e com muita pena minha não lhe tenho dado tanta atenção como devia. Ainda não percebi bem se é pelo facto de a autora introduzir tantos simbolismos demasiado óbvios pelo meio da narrativa ou se por outra coisa qualquer.

O enredo vai avançando devagar, com localizações espaço-temporais variadas.

O que mais gosto? Dos pormenores históricos que ali são habilmente introduzidos. Não me refiro aos factos históricos, mas sobretudo a pormenores da vida prática – o que se usava, para quê, como se usava…nesse aspecto, esta autora é exímia, tal como já o tinha comprovado noutro livro que li dela.

Vou reservar mais comentários para a review final quando o terminar.