[Boas Descobertas] 7 Mentiras sobre Nutrição que estão a tornar as pessoas mais gordas e doentes

Hoje deparei-me com este post no Facebook e, curiosa acerca do conteúdo, fui ler: 7 Mentiras sobre Nutrição que estão a tornar as pessoas mais gordas e doentes.

Estou habituada a ler muita coisa acerca de nutrição, mas apanho tanta sugestão de dietas alimentares que se dizem alternativas e saudáveis mas que depois saem a mais completa fraude, que tive receio que fosse um artigo sem qualquer tipo de fundamentação sólida.

Felizmente enganei-me. Não só tem bases científicas, como o autor do post explica de forma clara toda essa mesma base, permitindo a leigos no assunto (como eu) perceberem tudo. Não encontramos no artigo promessas milagrosas, links para dietas da moda e outras coisas que me desagradam.

Como sabem – sobretudo quem me conhece pessoalmente – em 2013 perdi cerca de 11kg. Este é o peso a menos na balança, mas se contabilizarmos o ganho de massa muscular, certamente terei perdido mais.

Não foi só a prática de exercício físico que me fez perder o peso extra. Ajudou e muito, é certo, porque a celulite não desaparece só com o regime alimentar, mas não tenho a menor sombra de dúvida que uma das principais fontes terá sido a minha mudança na dieta alimentar.

E aplico aqui a palavra “dieta”, não com aquele sentido de alimentação restritiva, mas como uma forma de alimentação, uma alteração de hábitos, uma reeducação alimentar.

Curiosamente, ao ler este artigo, percebi que toda a informação acerca da forma correcta de alimentação está de acordo com o que faço no meu dia-a-dia.

A base das minhas refeições são a proteína que é consumida em maiores quantidades e que está presente também nos lanches que faço ao longo do dia.

Hidratos de carbono estão presentes apenas ao pequeno-almoço, snack da manhã e/ou no máximo até à hora de almoço (agora que já atingi o peso que queria). Fruta só como de tarde, porque de manhã o corpo absorve mais facilmente os açúcares nela presentes. E quando como a fruta, ingiro-a normalmente em conjunto com uma proteína (uma fatia de queijo, fiambre, iogurte, ovo cozido, requeijão…).

Sobretudo, aprendi que os legumes são saborosos e como não conto calorias ou os cozinho sem sabor, descobri que esta alimentação é tão ou mais saborosa do que a que fazia antigamente. Os meus pratos ganharam cor e sabor.

Aliás, quem conhece a minha página Erva Doce | Aventuras Culinárias percebe que de vez em quando estou em busca de novos paladares que tornem a preparação das refeições diárias mais estimulantes (e sim, sei que podia estar mais dinamizada, mas não tenho mais mãos, OK?!).

O que quero dizer é que, não é pela parte estética imposta pelos media que devemos fazer isto, mas antes pela saúde e bem-estar do nosso corpo. Tendo em conta que eu não era obesa nem nada que se parecesse, sentia dificuldades enormes em subir lances de escadas ou em nadar! Hoje o meu corpo responde aos estímulos das aulas que faço em ginásio e não me deixa ficar nada mal, apesar dos meus 35 anos. E isto tem que significar alguma coisa!

Não me conformo quando vejo pessoas obesas porque não controlam a mente e a boca. Não se brinca com a saúde e mais vale gastar dinheiro em comida saudável do que em medicamentos ou médicos.

E, antes que perguntem, sim sou gulosa – adoro doces e sobremesas, sobretudo de chocolate. Mas tenho procurado alternativas dentro deste tipo de alimentação (evitando as farinhas brancas, açúcar, coisas cheias de adoçantes artificiais, etc.) e isso tem-me feito descobrir que a vida não tem que perder o paladar! Pelo contrário, ganha  novos sabores, que muitas vezes nos surpreendem.

O artigo é longo mas vale a pena e resume, no fundo, o que pratico no meu dia-a-dia. Não sou médica, nem cientista, apenas uma “cobaia” em quem os resultados práticos daquela teoria se fazem notar. Espero que os ensinamentos sejam úteis e que possam mudar a vossa forma de pensar em relação à comida.

«As Receitas», de Ágata Roquete

Quem me conhece sabe que gosto de experimentar novas receitas. E que gosto ainda mais de comer.

Dietas restritivas e comida sem sabor não é para mim.

Não sendo uma fanática das dietas da moda, sou entusiasta de uma alimentação saudável, na medida em que o meu organismo tem um metabolismo lento e terei que ter sempre atenção a isto quando planeio as minhas ementas no dia-a-dia.

Em Abril de 2013 fiz uma alteração radical e na altura baseei-me no livro da «Dieta dos 31 Dias» da autoria da Dra. Àgata Roquete. Uma amiga já tinha perdido muito peso, outras pessoas deram bons testemunhos e com o acompanhamento de um grupo no Facebook fui entrando por esta nova via alimentar.

Foi com muito prazer que descobri um mundo novo dentro da culinária, com novos ingredientes e, sobretudos, cheio de sabor!

Há um blogue de referência que recomendo (As Delícias das Guerreiras) para quem precisa de ideias para as receitas “permitidas” nesta dieta alimentar. E eis que hoje descobri que a Dra. Ágata vai lançar um livro com uma compilação de ideias e sugestões para cada refeição diária – «As Receitas». Abrange pequeno-almoço, almoço, lanche e jantar, com a indicação em cada uma delas a que fase da dieta se aplicam.

Não sou de fazer publicidade a ninguém, mas de facto pedem-me por diversas vezes sugestões sobre como cozinhar legumes (e eu própria por vezes preciso de ideias, sobretudo para os lanches a meio da manhã e/ou tarde) que acho que poderá ser uma boa aquisição.