À Procura de Nouf, de Zoë Ferraris

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Arrumados na Prateleira

À Procura de Nouf
À Procura de Nouf by Zoë Ferraris
My rating: 4 of 5 stars

Esta foi uma sugestão que me deram e revelou-se uma agradável descoberta. Confesso que passei 3 semanas a passeá-lo de um lado para o outro sem conseguir ler mais de uma página de cada vez, mas não se pense que foi culpa da história. Foi mais pela falta de tempo e pelo cansaço.

A história anda à volta da morte de Nouf, uma mulher muçulmana oriunda de uma família saudita bastante rica e socialmente bem posicionada.
O corpo é descoberto no deserto, a pedido da família o processo de investigação da morte é formalmente acusado, mas um dos irmãos pede ao seu amigo Nayir, guia do deserto e conhecedor do terreno, para que faça uma investigação a título privado.

Contra todas as probabilidades e, numa sociedade onde as mulheres tem a sua existência controlada pelas imposições religiosas…

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À espera de mais um…

Como se não tivesse já uma montanha que não para de aumentar em cima da minha mesa-de-cabeceira, eis que para aproveitar um vale de desconto da Wook pedi isto:

A Iniciação
Laços de Sangue – Livro 1
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 334
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895577446
Coleção: 1001 Mundos

Já nem me lembro onde vi o raio do livro, mas achei que me ia apetecer lê-lo e pronto. O que vale é que tem oferta dos portes e o vale cobre por inteiro o preço do livro, por isso se levar uma banhada não fico a chorar o dinheiro. Agora, se valer a pena, lá terei que investir em mais dois!

Oh well, é a minha prenda de Natal para mim própria. Afinal há coisa melhor para se receber?

Na minha mesa de cabeceira | O Unicórnio Alado

Na minha mesa de cabeceira | O Unicórnio Alado

(Para ver a publicação original, siga o link acima)

«As Filhas do Graal», de Elizabeth Chadwick

Sinopse:

França, século XIII: Bridget cresceu aprendendo a controlar os dons místicos da sua antepassada Maria Madalena, cuja ininterrupta linhagem feminina manteve vivo um legado de sabedoria durante milénios. Mas agora, a todo-poderosa Igreja Católica jurou destruir Bridget por usar os seus talentos curativos e as suas habilidades naturais. O dever de Bridget de continuar a linhagem leva-a até aos braços de Raoul de Montvallant, um católico. E quando a intolerância selvagem da Igreja leva Raoul a rebelar-se, a intolerância cresce para uma ânsia de vingança que só poderá ser saciada com uma cruzada de sangue.

Nota acerca da leitura: o livro é bom e com muita pena minha não lhe tenho dado tanta atenção como devia. Ainda não percebi bem se é pelo facto de a autora introduzir tantos simbolismos demasiado óbvios pelo meio da narrativa ou se por outra coisa qualquer.

O enredo vai avançando devagar, com localizações espaço-temporais variadas.

O que mais gosto? Dos pormenores históricos que ali são habilmente introduzidos. Não me refiro aos factos históricos, mas sobretudo a pormenores da vida prática – o que se usava, para quê, como se usava…nesse aspecto, esta autora é exímia, tal como já o tinha comprovado noutro livro que li dela.

Vou reservar mais comentários para a review final quando o terminar.