Graffiti português eleito um dos melhores do mundo

O “Rapaz dos Pássaros”, um graffiti pintado pelo português Sérgio Odeith, foi eleito um dos 24 melhores murais do mundo em 2014.

Source: sol.pt
Antes era uma arte marginal. Hoje salta das paredes para o mundo.
Quando bem feita é brutal, tanto pelos efeitos visuais como pela mensagem que passa.

Temos um cá no Barreiro que me fascina cada vez que por lá passo. Pena não ter fotos do sítio, porque merecia ser visto.
Para quem conhece a cidade, fica na Av. Escola Fuzileiros Navais, já próximo da rotunda do hipermercado Continente.

Coisas que me dão cabo dos nervos…

Saiu hoje a notícia em que o Governo da Guiné Equatorial anunciou a sua adesão à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) no seu sítio oficial na Internet, tendo versões em espanhol, inglês e francês, mas não em língua portuguesa.

Ora, sendo a lingua materna o espanhol, por que razão este país entrou então para a CPLP???

Diz a notícia do Diário Digital (que pode ser lida aqui):

«Por consenso dos Estados-membros da CPLP, aprovou outorgar à República da Guiné Equatorial o estatuto de país membro de pleno direito no seio da comunidade, integrada até a data por um total de oito nações, cinco delas no continente africano. O nosso país passará a ser o sexto de África e o nono em ordem cronológica de adesão a esta comunidade, criada no ano de 1996», diz o texto publicado na terça-feira, com versões em espanhol, inglês e francês.

O texto lembra que a Guiné Equatorial é o único país a integrar a CPLP que tem como língua materna o espanhol.

Não sei se me aguento sem me vomitar pelo caminho…

Autora portuguesa no Top100 dos mais vendidos da Amazon

Gosto de começar o dia com boas notícias. Mas esta confesso que me causou alguma estranheza.

Filipa Fonseca Silva entrou para o Top100 das autoras mais vendidas na Amazon, com o seu livro “Os Trinta – Nada é como sonhámos”.

É que eu li o livro e sendo o mais honesta possível, posso dizer que não foi dos que mais gostei. Já li outros livros dentro do género, de autores nacionais e estrangeiros e, apesar de não ser de todo o meu género favorito, houve ali qualquer coisa que não fez o “click” comigo.
O livro é demasiado “morno” e só me despertou o interesse quase nas últimas páginas numa única cena.
É uma história leve e que se lê muito bem, mas honestamente, precisava ali de algo mais…
Ainda assim, é de louvar quando uma notícia destas nos aparece à frente. Os meus parabéns à Filipa Fonseca Silva.

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